Posts Tagged ‘poema

Os fariseus querem que os outros sejam perfeitos, Exigem-no. Não sabem falar de outra coisa. Mas Eu sou menos exigente, diz Deus. Porque Eu sei bem o que é a perfeição e não a exijo tanto aos homens. Precisamente porque Eu sou perfeito e não há em Mim mais do que perfeição, não sou tão […]

Este poema tem por tema a hora passageira de uma vida, A hora que me toca e foge _ Uma vida, pois _ Mas tu sabes, meu Amigo _ Para te amar Não tenho outra, apenas esta _ instante, e sem depois. Oh|, eu amo-te, Jesus! É para ti que minh’alma voa, Só por hoje, […]

  O Cristo não é um belo episódio da história ou da fé:  nem o clavicórdio nos dedos da luz, nem o monocórdio chamado da Cruz. O crucificado chamado Jesus é o encontro marcado entre a solidão e o significado  do teu coração: de um lado teu medo, teu ódio, teu não; do outro […]

Chora de manso e no íntimo… Procura Curtir sem queixa o mal que te crucia: O mundo é sem piedade e até riria Da tua inconsolável amargura. Só a dor enobrece e é grande e é pura. Aprende a amá-la que a amarás um dia. Então ela será tua alegria, E será, ela só, tua […]

(Para Sérgio de Souza, Rafael Guedes e Jessé de Almeida Primo) Até quando silenciareis, meu Senhor e meu Deus? Até quando? Bem sei que as aves do céu, as feras do campo e a [brisa da Tarde Entoam continuamente o vosso Nome! Mas tenho sede de vossa Voz, Supremo Rei! De vossa Voz tempestuosa e […]

                                      O velho Leon Tolstoi fugiu de casa aos oitenta anos E foi morrer na gare de Astapovo! Com certeza sentou-se a um velho banco, Um desses velhos bancos lustrosos pelo uso Que existem em todas as […]

Soneto LVIII

In: Poesia

24 jul 2015

Carlos Heinig As alças sempre doiradas da aurora Escondem longos braços do infinito… Como o mundo de opalas tão aflito, Que ronda seus os tempos sem demora. Com corpo revestido de granito, Colide o ontem, transforma em agora, E o hoje vai fazendo ser outrora, É a forma de permanecer conflito. Imensa a Terra e […]

Manuel Bandeira Meus amigos, meus inimigos, Saibam todos que o velho bardo Está agora, entre mil perigos, Comendo, em vez de rosas, cardo. Acabou-se a idade das rosas! Das rosas, dos lírios, dos nardos E outras espécies olorosas: É chegado o tempo dos cardos. E passada a sazão das rosas, Tudo é vil, tudo é […]

A tarefa quotidiana

In: Poesia

1 fev 2015

Todo dia veste o terno E as botas Faz a barba Se prepara para partir E não parte Todo dia faz as malas Mira o horizonte Dá o primeiro passo Vai até a esquina E volta Desde que desceu e subiu dos infernos Sem sair de casa Traz essa serenidade No terno Na barba Na […]

João Filho Imagem: Gerhard Richter, “Sanctuary” *** Saiu do século ao entrar na dimensão do amor mais limpo: servir. Daquela claridade que a devoção impõe aos puros. A vida inteira num só gesto: servir. Acorde se estendendo (quem O desfere?) além dos círculos de nossas noites ordinárias. E que instrumento te moldaste!, em que o […]


"A religião não era o ópio e sim a poesia da humanidade".

(Harold Bloom sobre Flannery O'Connor).

  • alice franca leite EX´-Cafezeiro: Gosto demais dos autores católicos como Lucio Cardoso:passei mais de 3 anos ruminando o seu Diário [...]
  • sergio: Olá querido, Enzo! Tudo bem!Seu blog faz muita falta! Era charmoso e sofisticado! Uma raridade na b [...]
  • Enzo Potel: Oie, Sérgio! Tudo bom? Sempre bom voltar a seu blog e encontrar alguma menção à Flannery O´Co [...]
  • sergio: Delma, Minha esposa tem um blog. Como esse assunto é mais fácil de ser tratado de mulher para mul [...]
  • sergio: Dailza, Minha esposa tem um blog. Como esse assunto é mais fácil de ser tratado de mulher para mu [...]